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Mulher deixada morta em hospital de João Pessoa sofreu aneurisma e não tinha sinais de violência, diz laudo do IML

05/06/2026 17h37

O laudo do IML apontou que a mulher deixada morta no Hospital Edson Ramalho, em João Pessoa, faleceu de causas naturais decorrentes de um aneurisma.

A vítima estava desaparecida desde 24 de maio e seu corpo aguarda identificação oficial no IML para ser liberado aos familiares.

A Polícia Civil investiga o caso e analisa imagens de câmeras de segurança para identificar o homem e o veículo que deixaram a mulher no hospital.

Uma mulher que deu entrada no Hosítal Edson Ramalho, em João Pessoa, já morta e com hematomas, na noite da quinta-feira (4), após ser deixada no local por um homem desconhecido, morreu de causas naturais, de acordo com o Instituto Médico-Legal (IML), do Instituto de Polícia Científica da Paraíba (IPC-PB).

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Em nota, o IML informou que a causa da morte da mulher ficou estabelecida, após exame de necropsia, como sendo por conta de um aneurisma dissecante de aorta roto, isto é, causa natural. Não foram evidenciados sinais de violências, também conforme o laudo.

O corpo da mulher vai ser liberado do IML aos familiares para o velório, e posterior enterro, somente após a identificação oficial, por meio de exames. Ainda não há um prazo para isso acontecer.

Durante a manhã desta sexta-feira (5), familiares de uma mulher de 42 anos que está desaparecida há mais de 10 dias disseram à TV Cabo Branco que a vítima seria a parente deles. No entanto, o Instituto Médico-Legal (IML) descartou a identificação inicial feita por uma mulher que se apresentou como irmã e o corpo passou a ser tratado como cadáver sem identificação confirmada.

Com isso, o IML informou que está realizando tentativas de identificação por meio da análise das impressões digitais para saber da identidade da mulher.

Em nota, a Polícia Civil da Paraíba informou que investiga o caso e já solicitou imagens de câmeras de segurança para identificar um carro que teria deixado a vítima no local.

De acordo com o Hospital General Edson Ramalho, por volta das 21h da quinta-feira (4), um homem chegou com a mulher na unidade de saúde, pediu ajuda aos maqueiros para colocá-la para dentro e saiu em seguida. Quando a equipe médica avaliou a mulher, que não portava documentos, constatou que ela já estava morta e apresentava hematomas na região do rosto.